Original não é apelido de cerveja; please, criaturas, criai-vos! Ao invés de brioches, criatividade para esse povo que vive da chepa das imitações baratas. Sem demagogias, pulo o couvert e vou direto aos finalmentes: vai ver se eu cover lá na esquina! Que xerox é coisa de quem não pinta a vida com pilot Lumicolor. Cada olho tem uma côr para as entrelinhas do verso. Aliás, algum idiota espalhou que para fazer poema tem que combinar o fim das palavras. A estatística me faz estática e o mundo estético me faz apática. Absolutamente fora da gramática, esqueço a regra de ser super simpática. O som casou e o mundo ficou mais triste. Alguém desafina, por favor, que essa danada da repetição faz o game ficar over. Fim. Poderia acabar por aqui. Ao invés de ponto, uma vírgula, por favor, maestro! Talvez eu queira experimentar as curvas da estrada de Santos. É preço alto não seguir em linha reta, eu sei. No cheque pré, deixo margem pros erros e tropeços. Prefiro o descompasso do que dez com passo de um. Que Jeans tamanho único nunca me caiu bem nas pernas. por giselagold-www.giselagold.wordpress.com - giselagold@terra.com.br |