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| Molho de tomate |
| 18/01/2010 |
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Vivia a catar vestígio de molho de tomate em fim de embalagem.
Sempre gastando desculpa que alguém podia bater a sua porta, se fosse à venda.
Tarde qualquer, em meio à trovoada, entre dúvidas e dívidas, levantou-se, rumou ao supermercado e renovou a iguaria.
Aprontou macarronada fresca e serviu, sem dó, para si.
Naquele dia, alma viva bateu a sua porta.
E ele estava feliz. |
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